qui, 3 de abril de 2025

Variedades Digital | 29 e 30.03.25

Não seja um “mala” como eu

Gilberto Jasper
Jornalista / [email protected]

Já escrevi sobre as (poucas) vantagens de ficar velho. Aos 60 anos, me agarro vigorosamente às facilidades que a longa experiência proporciona. Confesso, porém, que tem sido fácil. Mas, afinal… enquanto houver vida há esperança.
Meus filhos costumam me chamar de chato, fama que rechaço com veemência:
– Por favor, me respeitem! Eu não sou chato. Eu sou muuuuito chato! – costumo dizer.
Além de uma autocrítica é uma tentativa de conquistar a piedade dos meus herdeiros. Tarefa, confesso, para a qual não tenho tido êxito. Mas… tenhamos paciência!
Admito que sempre cultivei manias, reflexo – talvez sirva como desculpa! – pelo fato de morar muito tempo sozinho até casar. Nos últimos tempos, no entanto, reconheço que isso se agravou.
Há consequências positivas em alguns hábitos mais arraigados. Um deles é jamais deixar a cama desarrumada. Mesmo nas fugidias sestas que mesma na época de pandemia nunca incorporei como hábito.
Antes de dormir – sou o primeiro a acordar e o último a deitar – arrumo toda a sala. Eu disse toda, nos mínimos detalhes. Por exemplo: ao lado do sofá, onde passo das 8h às 20h todos os dias, mantenho uma pequena mesa onde mantenho canetas, agenda, recortes de jornal, livro de palavras cruzadas e um pequeno vaso com três botões de rosa, além dos controles remotos da TV, radinho de pilha e duas bolachas de chope para não manchar a mesa na hora de “bebemorar” à noite.
O problema destas e de outras manias – como estender simetricamente as toalhas de banho no boxe do banheiro – é que com a idade isso tudo vira obsessão. E piora porque exijo a mesma rigidez de hábitos dos familiares. Eles, obviamente, reclamam e esperneiam. Em represália deixam tudo fora do lugar, bagunçado. Afinal, tem um “mala” que organiza tudo, apesar das minhas insistentes reclamações. O que também irrita a galera aqui de casa.
Conviver é um desafio desgastante, ainda mais em tempos de confinamento, convivência intensa e diária. Esta nova rotina exige generosidade para ouvir, sensibilidade para ponderar, grandeza de perdoar e paciência para rever conceitos.
A alquimia caseira inclui mudar vícios que incomodam nossos parceiros do dia a dia. Repito: não é fácil, mas é preciso fazer alguma coisa sob pena de perdermos afetos. E paciência!

Allanamiento e incautación de droga en Rivera

En la jornada de este miércoles 2 de abril tras un trabajo de inteligencia policial llevado adelante por parte de la Dirección de Investigaciones de la Jefatura de Policía de Rivera con apoyo de la Dirección de Investigaciones de la Policía Nacional (DIPN) Regional Norte y el Grupos de Reserva Táctica (GRT), en el constate combate al micro tráfico de

Deputado Afonso Hamm apresenta projeto para garantir o funcionamento das Usina Termelétrica de Candiota e Transição Energética Justa

Um novo projeto de lei (PL) 1371/2015, de autoria do deputado federal Afonso Hamm, foi apresentado nesta semana na Câmara dos Deputados. A proposta altera a Lei nº 10.848/2004, visando assegurar a Transição Energética Justa e a sobrevivência socioeconômica das regiões carboníferas do Sul do Brasil, além de fortalecer a segurança energética do setor elétrico brasileiro (SEB). O PL 1371/1025