qui, 3 de abril de 2025

Variedades Digital | 29 e 30.03.25

Quem fura a fila da vacina

Gilberto Jasper
Jornalista/[email protected]

Cada vez que tomo conhecimento de episódios como aquele das pessoas que furaram a fila da vacina contra a Covid-19 penso na importância decisiva de pais, professores e educadores. Uma educação eficiente significa redução de despesas em saúde, segurança e emprego, entre outros benefícios.
Estas consequências são quase insignificantes diante da repercussão na formação da personalidade dos conteúdos que, em resumo, tem na sua base na ética. Formar cidadãos íntegros é uma luta desafiadora. Os apelos de consumismo, ostentação e egoísmo falam mais alto, são onipresentes, obrigam à vigilância sem tréguas.
Os meios de comunicação, turbinados pela publicidade cada vez mais agressiva e que mexe com o emocional do consumidor, impingem uma imagem-padrão de beleza, por exemplo. Isso funciona como uma ditadura. Quem não se enquadra nos preceitos padronizados de peso, altura e vestuário é motivo de chacota. Ou é condenado ao isolamento que causa angústia, depressão e distanciamento social.
As redes sociais têm o condão nocivo de estimular o consumismo exacerbado. O bombardeio resultante dos algoritmos funciona é um rastreador que invade a privacidade de todos, de presidentes da República a mortais comuns. Basta, por exemplo, pesquisar o preço de um par de tênis para ser “perseguido, durante um mês, por todo tipo de calçado esportivo/agasalhos/camisetas/meias, etc. Qualquer acesso digital está carimbado com as nossas digitais.
Todas as nossas informações – por mais pessoais e confidenciais que sejam – foram transformadas em mercadoria valiosa, vendida a peso de ouro para explorar todo tipo de comércio. A “educação das redes sociais” pouco ou nada tem a ver com os conteúdos ministrados na sala ou dentro de casa.
Furar a fila parece um procedimento incorporado ao comportamento do brasileiro. Erroneamente foi apelidada de “jeitinho” para minimizar a gravidade de uma postura lamentável sob todos os aspectos. Pior que isso, seguir as normas, cumprir as leis, ou seja, “obedecer à fila” é sinônimo de burrice. Observar o regulamento é para trouxas, babacas, “crentes”.
Evito imaginar o resultado do caldo cultural do uso excessivo das redes sociais. Imagine o efeito nas próximas gerações que têm, como base, os exemplos de sucesso digital. Como no supermercado há opções para todos os gostos. O desafio é vigiar conteúdos, servir de exemplo e tentar preservar a privacidade de nossos filhos. Parece fácil. Mas só parece!

Allanamiento e incautación de droga en Rivera

En la jornada de este miércoles 2 de abril tras un trabajo de inteligencia policial llevado adelante por parte de la Dirección de Investigaciones de la Jefatura de Policía de Rivera con apoyo de la Dirección de Investigaciones de la Policía Nacional (DIPN) Regional Norte y el Grupos de Reserva Táctica (GRT), en el constate combate al micro tráfico de

Deputado Afonso Hamm apresenta projeto para garantir o funcionamento das Usina Termelétrica de Candiota e Transição Energética Justa

Um novo projeto de lei (PL) 1371/2015, de autoria do deputado federal Afonso Hamm, foi apresentado nesta semana na Câmara dos Deputados. A proposta altera a Lei nº 10.848/2004, visando assegurar a Transição Energética Justa e a sobrevivência socioeconômica das regiões carboníferas do Sul do Brasil, além de fortalecer a segurança energética do setor elétrico brasileiro (SEB). O PL 1371/1025