Os produtores de leite do município já estão sentindo os reflexos de mais um período de estiagem. O grande problema é que o estado do Rio Grande do Sul mal se recuperou de um dos piores períodos de seca das últimas décadas. Não bastasse isso, os entraves da pandemia do coronavírus também prejudicaram o setor.
Mesmo assim, a Cooperforte (Cooperativa dos Assentados da Fronteira Oeste) tem conseguido permanecer trabalhando sempre com foco para melhorar as condições dos produtores. A tesoureira da entidade e também produtora, Rosi Lima, lamenta a situação, e projeta além da redução na quantidade da produção, uma diminuição no número de produtores que já sinalizaram o abandono, ainda que momentâneo da atividade.
“ Com certeza a estiagem está sendo muito prejudicial aos produtores de leite, a maioria não conseguiu plantar nada de pastagem ainda, nem milho para fazer silagem. E isto está refletindo muito na produção. Essa chuva dos últimos dias já amenizou um pouco a situação onde os produtores vão conseguir plantar pasto de verão. Ainda que seja tarde porque já estamos no final de novembro. E essa falta de chuva vai refletir na conta final da produção”, disse.
Segunda ela, o produtor vem sofrendo bastante, desde 2013 basicamente, quando teve a operação Leite Compensado, depois o colapso da CONSULAT, mais o preço pago pelo leite ao produtor que estava abaixo do ideal. “Com a pandemia, a partir de março, o setor teve uma breve paralização em diversas atividades. Para se ter uma ideia, na época, antes da pandemia nos meses de janeiro, fevereiro e março, a COOPERFORTE vinha comercializando bem, claro que não era o preço desejado, mas estava conseguindo colocar no mercado. Quando em março explodiu a pandemia, as queijarias tiveram a sua produção parada no estoque, e o queijo é um produto que tem validade e segundo as empresas que comprovam a nossa produção, elas não puderam comercializar os queijos e por consequência disso nós recebemos o pagamento de alguns fornecedores. Temos uma empresa da cidade de Seberi que tem no entorno de quase 500 mil reais ainda efetuar o pagamento ainda e tudo isso por reflexo da pandemia”.
Mesmo enfrentando diversos problemas, a cooperativa segue trabalhando visando sempre proporcionar o melhor para os produtores. “A COOPERFORTE segue atuando mesmo com todas as dificuldades. A CONSULAT, por exemplo, tem um valor também para saldar com a gente. Com certeza, a cooperativa continua atuante porque possui um trabalho muito forte e sério nesta direção com uma equipe que corre, que vai atrás e que se supera frente às dificuldades. Duas coisas que nós não deixamos nunca de fazer foi pagar os produtores, e a outra questão é o pagamento dos funcionários. Foram nossas prioridades porque são elas que fazem rodar a cooperativa. Em um ano de altos e baixos, o valor pago ao produtor pelo litro do leite, o auxílio emergencial pago pelo Governo Federal e outras ações do setor conseguiram elevar o valor de mercado de laticínios e por consequência remunerar melhor os produtores. “
Com o advento do pagamento do auxílio, o preço final do leite teve um acréscimo significativo e isso foi melhorando bastante a situação da cooperativa por conta do aumento da demanda pelo produto.


Allanamiento e incautación de droga en Rivera
En la jornada de este miércoles 2 de abril tras un trabajo de inteligencia policial llevado adelante por parte de la Dirección de Investigaciones de la Jefatura de Policía de Rivera con apoyo de la Dirección de Investigaciones de la Policía Nacional (DIPN) Regional Norte y el Grupos de Reserva Táctica (GRT), en el constate combate al micro tráfico de