qui, 3 de abril de 2025

Variedades Digital | 29 e 30.03.25

Pecuarista Cláudio Caldas primeiro presidente da ABB receberá homenagem da Febrac na Expointer

Primeiro presidente da Associação Brasileira de Brangus (ABB), o criador Cláudio Caldas será homenageado com a medalha Paulo Brossard, concedida pela Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) na Expointer 2024. A entrega da honraria ocorrerá na segunda-feira (26/8), às 19h, na casa da Febrac no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). “Caldas é o pioneiro da Brangus no Brasil. Ele foi um dos primeiros pecuaristas a apostarem no cruzamento entre bovinos Angus e Nelore, na época conhecida como raça Ibagé. Também teve o primeiro animal Brangus registrado no Brasil e o primeiro touro em central. Ele viu o grande potencial dessa genética, que hoje utilizamos em nossos rebanhos. Para nós é uma honra darmos seguimento a um trabalho que ele começou há tantos anos”, aponta o presidente da ABB, Cacaio Osório.

Aos 84 anos, Caldas destaca que a raça Brangus está se tornando uma das principais do Brasil. “Muito trabalho e dedicação dos criadores ilustra a história da Brangus no país, que se tornou uma das principais raças do Brasil e segue em desenvolvimento e crescimento constante por sua adaptabilidade.” Neste ano, o criador e eterno entusiasta da raça comemorou seu aniversário em pista, acompanhando o julgamento da ExpoBrangus 2024. Algo que sempre apreciou fazer.

Presidente da Febrac, Marcos Tang, afirma que a escolha de Caldas para receber a medalha foi unânime. “É um pioneiro, um homem de visão, que certamente contribuiu demais para a região, para o Estado, para o país e para o mundo. Criador de uma importância ímpar, não apenas por seu trabalho e dedicação, mas pela visão, pelo lado científico e técnico de aprimorar a bovinocultura de corte. É uma pessoa ímpar, como temos poucos no mundo. Pessoas assim fazem o nosso mundo do agro melhor”, aponta.

Da mesma forma que criadores como Flávio Bastos Tellechea e Laerte Poli, Caldas apostou na raça sintética bem antes de haver uma associação de criadores na Cabanha Santa Rita, em Santana do Livramento (RS). Enfrentou inúmeros desafios e preconceitos impostos por pecuaristas da época com relação à origem da raça. Por vezes, tentou expor seus animais em feiras agropecuárias, no entanto, foi vetado. Obstáculos que o levaram a formar a Associação Brasileira de Ibagé (ABI). Em assembleia realizada na Embrapa e coordenada pelo pesquisador Joal Brasalle Leal em 1979, um grupo de selecionadores elegeu a primeira diretoria, comandada por Caldas. A partir daí o esforço conjunto dos criadores garantiu maior promoção da raça, participação em exposições e possibilidade de comercialização.

O criador esteve à frente da entidade por duas gestões. Neste período, enfrentou diversos desafios, um deles o registro da ABI junto ao Ministério da Agricultura, concedido em 1981 após inúmeras burocracias. Caldas foi um dos grandes responsáveis por difundir a raça, na época nova aos pecuaristas brasileiros. Teve que trabalhar na sua expansão, sem deixar de levar em conta a necessidade de aprimoramento genético e de padronização. Na sua segunda gestão, começaram os primeiros registros de animais na Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC).

A ligação de Caldas com a pecuária começou em 1965, quando casou com a criadora Elisa de Souza Caldas, de Santana do Livramento. O ex-presidente foi residir no município para cuidar das atividades da fazenda junto à esposa.

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