qua, 2 de abril de 2025

Variedades Digital | 29 e 30.03.25

Dé Lá, Pra Cá | Da Babilônia à Sapucaí

Máscaras venezianas de carnaval

Colunista Dana Badra

Chegamos no Carnaval. A mais famosa festa popular brasileira. Tão célebre que, junto com o futebol, fez o Brasil ganhar notoriedade como o país do ziriguidum e da bola no pé. Não há quem não aguarde a data, seja pelo feriado prolongado ou por seus festejos, mas… sabemos realmente do que se trata?
Até há pouco eu não sabia, então conduzi minha própria pesquisa (leia-se, pelo WhatsApp, para meia dúzia de amigos foliões) para saber se eu era a única desconhecedora. O resultado? Bom, digamos que foi o que me fez escrever este texto.
Partimos da minha enquete: não, o Carnaval não é brasileiro. Ele é herança de festas pagãs lá na antiguidade, que normalmente celebravam deuses e safras, e tinham no excesso – de comida e bebida, danças e prazeres carnais – sua regra absoluta.
PASMEM! É com a Igreja Católica que o Carnaval toma um formato mais próximo do atual. Quando a Igreja ascende, na Europa da Idade Média, tenta combater o “pecaminoso” festival de todas as formas. Não podendo com o inimigo, junta-se a ele, incorporando a festa em seu calendário oficial e dominando a forma como ela ocorre, em uma jogada de mestre! A data? Conveniência total: logo antes das restrições da Quaresma, dá-se a trégua aos fiéis.
É em Veneza que o Carnaval se consolida como é hoje. Lá, fazia-se tudo o que era proibido no resto do ano. Daí o uso de máscaras: pelo anonimato (e nós pensando que era pela “finesse”).
De lá, o Carnaval viaja pela Europa, adotando costumes locais e adaptando-se a cada região. Ao colonizarem novas terras, os europeus levavam consigo a tradição da folia cristã.
E o Brasil contaria a parte mais incrível desta história: como transformamos simples brincadeiras de rua vindas de Portugal no “maior show da terra”, o Carnaval Brasileiro.
Na próxima semana, um pouco mais sobre essa mágica

Deputado Afonso Hamm apresenta projeto para garantir o funcionamento das Usina Termelétrica de Candiota e Transição Energética Justa

Um novo projeto de lei (PL) 1371/2015, de autoria do deputado federal Afonso Hamm, foi apresentado nesta semana na Câmara dos Deputados. A proposta altera a Lei nº 10.848/2004, visando assegurar a Transição Energética Justa e a sobrevivência socioeconômica das regiões carboníferas do Sul do Brasil, além de fortalecer a segurança energética do setor elétrico brasileiro (SEB). O PL 1371/1025

📌 Café do Instituto Unimed/RS

Participe do Café do Instituto Unimed/RS. O evento contará com Vitelio Brustolin, pesquisador de Harvard e professor de Relações Internacionais da UFF. Colaborador para análises geopolíticas na CNN, Globo, Record e outros. Não perca! 📆 Dia: 24 de abril. ⏰ Horário: 19h. 📍 Local: Casa da Memória Unimed Federação/RS, Rua Santa Terezinha, 263, Porto Alegre. 🔗 Formato: presencial 📧 Inscrição via link: