Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Penélope? Penélope, na mitologia grega, era a esposa de Ulisses, que lutou na Guerra da Tróia e deixou a esposa em Esparta. Durante muito tempo ele ficou desaparecido, sem dar notícias se estava vivo ou morto. Ícaro, pai de Penélope, propôs que a filha se casasse com outro homem. Para agradar ao pai, Penélope impôs a condição de que se casaria novamente depois que terminasse de tecer um sudário, uma espécie de lençol com que se envolve o cadáver, que seria usado no pai de Ulisses. No entanto, Penélope costurava o sudário de dia e, discretamente, à noite, desfazia, dando mais tempo para o retorno de Ulisses. Assim ficou conhecida a síndrome de Penélope, onde de dia se constrói e à noite se desmancha. Em diversas oportunidades, na transição de governos de A para B, a mesma síndrome volta à prática: é o caso das escolas cívico-militares, que ficaram anos sendo construídas no governo Bolsonaro que, em um “canetaço”, foi descontinuada pelo governo Lula. Ora, e o tempo e o dinheiro despendidos para chegar neste modelo de ensino e implementado no ano passado em Livramento, simplesmente se joga fora? Até quando esta síndrome será uma situação tão presente no dia a dia da população brasileira? São perguntas que, talvez, quem tenha a resposta, não esteja lendo este texto.

TCE-RS participa de curso sobre IA Generativa no Controle Externo
O presidente do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul (TCE-RS), conselheiro Marco Peixoto, participou, nesta quinta-feira (3), do curso “IA Generativa Ativa: A Nova Fronteira do Controle Externo”, promovido pelo Instituto Rui Babosa (IRB), em Brasília. O evento reuniu 36 membros do Sistema de Controle Externo brasileiro, entre conselheiros e procuradores de Contas, além da presença especial do