qui, 3 de abril de 2025

Variedades Digital | 29 e 30.03.25

Após 40 anos de serviços prestados sargento Muniz ‘pendura a farda’

Conhecido pela simpatia, coleguismo e bom desempenho na Brigada Militar, Dirnei se aposenta
HOMENAGEM Após 40 anos de serviços prestados sargento Muniz ‘pendura a farda’ Conhecido pela simpatia, coleguismo e bom desempenho na Brigada Militar, Dirnei se aposenta Debora Castro Aos 65 anos de idade, Dirnei Muniz Teixeira, se aposenta dos serviços prestados pela Brigada Militar em prol do povo santanense. Muniz ingressou na BM em 1982, há 40 anos. Ele relembra que foi um dos primeiros policiais a dirigir uma viatura Veraneio. Apaixonado pela profissão, conta com muito orgulho as diversas operações que participou. “Me considero um brigadiano raiz, quando entrei não havia rádio, nem telefone, não tinha como se comunicar com os outros colegas. Era no peito e na coragem. Quando saí do curso já fui para o Pelotão de Choque, participei de várias grandes operações em todo o estado, da operação Golfinho e várias Califórnia da Canção Nativa”, contou Muniz. Com a pandemia vieram algumas mudanças, e por conta de algumas questões familiares sargento Muniz assumiu a “guarda” do 2º RPMon. “Nunca gostei de ficar parado, foram dois anos durante a tarde sozinho, até que a pista de corrida do Regimento foi liberada e com chegada dos atletas e das pessoas que iam treinar pude ter mais contato com as pessoas. É uma profissão linda, as vezes eu estou de folga e passa uma viatura aqui na frente de casa eu me arrepio, só quem é do meio pode entender”, relatou. Questionado sobre os próximos passos, o sargento conta que estava se preparando e organizando com a esposa Ana Maria Ferreira Teixeira, viagens e visitas aos filhos que moram fora de Livramento e que agora pretende descansar e curtir mais os filhos Marcelo, Rodrigo e Angélica. “A ficha ainda não caiu, preparado eu já estava, porque há bastante tempo estamos organizando ir visitar minha filha caçula que está longe. Agora sou dono do meu horário, essa é a parte boa de estar livre para viajar com a Ana”, exaltou feliz ao lado da esposa.
Foto: Matias Moura/AP

Aos 65 anos de idade, Dirnei Muniz Teixeira, se aposenta dos serviços prestados pela Brigada Militar em prol do povo santanense. 

Muniz ingressou na BM em 1982, há 40 anos. Ele relembra que foi um dos primeiros policiais a dirigir uma viatura Veraneio. Apaixonado pela profissão, conta com muito orgulho as diversas operações que participou. 

“Me considero um brigadiano raiz, quando entrei não havia rádio, nem telefone, não tinha como se comunicar com os outros colegas. Era no peito e na coragem. Quando saí do curso já fui para o Pelotão de Choque, participei de várias grandes operações em todo o estado, da operação Golfinho e várias Califórnia da Canção Nativa”, contou Muniz.

 Com a pandemia vieram algumas mudanças, e por conta de algumas questões familiares sargento Muniz assumiu a “guarda” do 2º RPMon. “Nunca gostei de ficar parado, foram dois anos durante a tarde sozinho, até que a pista de corrida do Regimento foi liberada e com chegada dos atletas e das pessoas que iam treinar pude ter mais contato com as pessoas. É uma profissão linda, as vezes eu estou de folga e passa uma viatura aqui na frente de casa eu me arrepio, só quem é do meio pode entender”, relatou. 

Questionado sobre os próximos passos, o sargento conta que estava se preparando e organizando com a esposa Ana Maria Ferreira Teixeira, viagens e visitas aos filhos que moram fora de Livramento e que agora pretende descansar e curtir mais os filhos Marcelo, Rodrigo e Angélica. 

“A ficha ainda não caiu, preparado eu já estava, porque há bastante tempo estamos organizando ir visitar minha filha caçula que está longe. Agora sou dono do meu horário, essa é a parte boa de estar livre para viajar com a Ana”, exaltou feliz ao lado da esposa.

Rodrigo Lorenzoni e autores de capítulos de Liberdade Ameaçada autografam livro em São Paulo

Foi lançado ontem, na Drummond Livraria da Avenida Paulista, em São Paulo, o livro Liberdade Ameaçada, de Rodrigo Lorenzoni, com textos de 12 autores sobre o avanço contra as liberdades no Brasil. Participaram da sessão de autógrafos, além de Rodrigo, Eduarda Campopiano, Paulo Kogos, Gustavo Lopes e Marco Antônio Costa. O evento, que superou as expectativas, teve a coordenação da