qui, 3 de abril de 2025

Variedades Digital | 29 e 30.03.25

Ato no Parque Internacional lembra mortes por Covid

Ação foi realizada no Dia Mundial da Saúde para exigir a criação de um protocolo único na Fronteira da Paz

Muitas cruzes cravadas sobre a grama verde e de baixo de um céu azul onde só o vento assobiava lamentos, como a chorar pelas milhares de mortes registradas nos dois países. Uma imagem impactante que transformou a rotina dos fronteiriços, na manhã da quarta-feira 7 de abril, quando o Parque Internacional virou um verdadeiro campo santo.
O ato organizado pelo Comitê pela Democracia e Direito à Saúde contou com o apoio de diversas entidades, entre elas o Sindisaúde, o sindicato dos Bancários, CPERS e Unamos, marcou a passagem do Dia Mundial da Saúde lembrando todas as mortes por covid, incluindo os fronteiriços que perderam as suas vidas desde o início da pandemia.
Para Horácio D’Ávila, representante do Comitê, o principal motivo para a realização do ato foi chamar a atenção das autoridades brasileiras e uruguaias para a necessidade da criação de um protocolo binacional para combater a pandemia. “Nós não queremos mais cruzes, a pandemia mata pessoas e não governos. Situações extraordinárias, medidas extraordinárias. O vírus não tem pátria, nem reconhece fronteiras, como sociedade civil organizada queremos colaborar na luta contra o flagelo comum e exigir medidas binacionais únicas. Somos pessoas antes de sermos cidadãos, somos avôs, mães, pais, filhos, trabalhadores, estudantes ou desempregados, sem mais cruzes. Exigimos coordenação entre os governos para estabelecer um protocolo único em nossa fronteira. A falsa oposição entre saúde e trabalho está nos matando, sem mais cruzes. Somos uma sociedade civil com capacidade de contribuir e participar de soluções, exigimos protocolo de uma única fronteira” disse.
Já o presidente do Sindisaúde, Silvio Madruga, destacou que o ato foi um alerta. “Enquanto seguirmos com isso de ‘é bobagem’, ‘é besteira’, vai seguir acontecendo”, afirmou Silvio. O presidente do Sindisaúde reforçou a necessidade das medidas preventivas para que o comércio possa ficar aberto. Segundo ele, é de extrema importância que se tenha álcool e que seja feito o distanciamento social e utilização da máscara. Silvio clamou por mais vacinas e que a população colabore se imunizando e tomando os devidos cuidados com a sua saúde e a de terceiros.

Allanamiento e incautación de droga en Rivera

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Deputado Afonso Hamm apresenta projeto para garantir o funcionamento das Usina Termelétrica de Candiota e Transição Energética Justa

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