qui, 3 de abril de 2025

Variedades Digital | 29 e 30.03.25

Sala das Margaridas inaugura com alta média de atendimentos

São dois a três casos de violência doméstica registrados por dia na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento, revela a Delegada Giovana Muller
(Foto: J.V.Montoli/AP )

“Em todo o Estado eram apenas vinte e três salas. Agora já são vinte e nove e a rede segue crescendo. A afirmação foi feita pela delegada Giovana Muller, titular da 1ª Delegacia de Polícia Civil, em Sant´Ana do Livramento e pela DPPA – Delegacia de Pronto Atendimento, ao falar da criação da chamada Sala das Margaridas. Desde o início da semana, a cidade, e outras oito no Estado, passou a contar com a estrutura criada especialmente para atender e acolher as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.
O espaço, além de ser reservado, tem toda a estrutura necessária com policiais que foram treinados para prestar este tipo de atendimento. “Resolvemos instalar, aqui na DPPA, a Sala das Margaritas por uma questão de logística. Cabe salientar que tivemos todo o apoio da Comissão da Mulher da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil através da Subseção de Sant´Ana do Livramento, já no momento em que a solicitação foi enviada à delegada Nadine Anflor, Chefe de Polícia do Rio Grande do Sul”, destacou Giovana. Ainda segundo ela, a inauguração da sala mostra o comprometimento da Polícia com relação ao enfrentamento da violência doméstica. “Não gostaríamos que a sala fosse usada, mas essa é uma realidade. Essa questão é muito forte aqui no nosso município e entendemos a necessidade de dar às mulheres um ambiente que desse a elas a sensação de acolhimento e pleno atendimento”, disse Giovana Muller.

Dados

Desde o começo da semana, quando a Sala das Margaridas foi aberta de maneira oficial, a delegada disse que a mesma foi utilizada todos os dias. O número de atendimentos confirma uma suspeita antiga e que agora poderá ser melhor atendido. Não há ainda dados concretos que relacionem o aumento de casos com a pandemia na cidade, mas, provavelmente, assim como em outras regiões do Estado e de outros estados, a tendência seja a mesma. “Diariamente, desde abertura da sala tivemos atendimentos. São, em média, dois a três casos por dia. Nem sempre as mulheres escolhem por representar contra o acusado, nem sempre vai adiante, mas as acolhemos e passamos a ter esses dados, informações, e podemos assim também passar a estender de maneira mais longa o nosso chamado cobertor de proteção sobre elas”, explicou a delegada. A Sala das Margaridas está aberta para atendimento durante 24 horas e funciona no interior, em espaço reservado, da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento, na avenida João Goulart, no centro de Sant´Ana do Livramento. Ainda questionadas sobre a possibilidade agora de haver aumento no número de registros formais em função do melhor tipo de atendimento e acolhimento, a delegada disse que ainda é difícil mensurar e fazer essa avaliação. “Ainda é prematuro saber por que muitas vezes as mulheres chegam aqui e não querem registrar, embora sejam ouvidas. Em outros casos elas não querem representar criminalmente, ainda assim todas elas são e serão atendidas. O importante é que elas saibam que aqui temos o atendimento. A intenção desta sala é fazer com que as mulheres saibam que aqui elas serão ouvidas. A questão da violência contra mulheres, muitas vezes, ainda está subnotificada, por isso digo que são dados que muitas vezes não temos como quantificar”, finalizou.

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