qui, 3 de abril de 2025

Variedades Digital | 29 e 30.03.25

“Eu enxergo a Santa Casa não mais como um curral eleitoral”

Prefeita Ana Tarouco fala sobre mudanças no hospital e destaca aproximação da população com a filantropia
Compra de imunizantes é tópico da última reunião da Famurs. Foto: Marcelo Pinto/AP

A prefeita de Sant’Ana do Livramento afirmou, nessa semana, que a Santa Casa de Misericórdia caminha para conquistar a sua independência. Ela destacou que é possível fazer com que o hospital deixe de ser dependente dos entes públicos. “Essa independência não deverá ser plena, pois temos compromissos constitucionais com a saúde do município, mas temos trabalhado para, em um processo de longo prazo, fazer acontecer”, explica Ana Tarouco (DEM).
A chefe do Executivo destacou que o primeiro passo é o corte de gastos. “Foi o que foi feito. Eu enxergo a Santa Casa não mais como um curral eleitoral, eu enxergo a Santa Casa como uma entidade que presta saúde, de qualidade e, (futuramente), de referência para Sant’Ana do Livramento e quem mais precisar na região”, adianta.
Ana, no entanto, fez questão de ressaltar que a intervenção feita na Santa Casa não tem nada a ver com o corte de repasses para o hospital. “Esses repasses são determinados pela legislação, não pela intervenção; ou seja, nós não temos condão para passar mais ou menos recursos. Então, eu, enquanto interventora, devo ter a menor ingerência possível, se ela existir é de auxílio, pois não sou da área da saúde”.
Questionada sobre o pagamento das rescisões aos 59 funcionários demitidos, a prefeita disse ser uma pergunta feita à administração do hospital. “A pergunta, talvez, tenha que ser direcionada à direção da Santa Casa. Os funcionários da Santa Casa não são funcionários públicos da Prefeitura. Razão pela qual as rescisões estão sendo conversadas com a direção, dentro do cenário que nós conhecemos: infelizmente hoje o hospital não tem sequer recursos para pagar os funcionários”.

AVALIAÇÃO E FUTURO

A democrata diz já ver uma aproximação da população da Santa Casa: “pessoas que têm condições de auxiliar, pois é uma instituição filantrópica. É uma nova forma de fazer a gestão que tem recebido um apoio dos empresários”. E para o futuro Ana diz: “A Santa Casa tem solução, que agrada a todos: vai prestar mais e melhores serviços, mas isso é um processo que não acontece da noite para o dia, é de médio e longo prazo; que passa por um alto investimento, por isso estamos buscando todo o auxílio financeiro de fora”.

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