qui, 3 de abril de 2025

Variedades Digital | 29 e 30.03.25

Conheça o criatório santanense que é referência nacional na produção de cavalos Mini Horse

A propriedade, localizada na região do Sarandi, trabalha com a criação de cavalos desde 1980, sendo reconhecida, nacionalmente, pela qualidade dos seus animais

Sol quente no lombo, cavalhada “escaramuçando” na mangueira de pedra bruta, assim se inicia mais um dia de campo na Estância São José do Sarandi em Sant’ana do Livramento, que já tem a 5ª geração trabalhando na pecuária gaúcha. O grande diferencial da propriedade é a criação de equinos Mini Horse. A proprietária da estância, a criadora Ana Maria Vasconcellos Osório, destaca que existe uma grande diferença entre o Pônei e o Mini Horse. Segundo ela, o pônei é o cavalo abaixo de 1m42cm da cernelha e são classificados em várias categorias, entre cavalos de tração, esporte e lazer.
A criadora explica que a origem da primeira raça de pônei no Brasil vem das raças de tração utilizadas nas minas da Irlanda e Inglaterra onde eram utilizados como tração animal, e que tende a uma morfologia mais robusta. “Eram animais de frente pesada, bruta, com semelhança ao cavalo bretão, utilizado no trabalho das minas. Dessa origem, um grupo de produtores, incluindo nós, resolveu criar um animal mais para o lazer. Não para o trabalho, pelo prazer de criar. E este é um mercado que possui um grande público. Os nossos cavalos, “Mini Horse”, são para o lazer, para o prazer e para trazer as famílias para dentro da propriedade” – comenta.
No início dos anos 1980, a Estância São José do Sarandi começa a criação nos campos de Livramento, já com essa visão familiar, de envolver as crianças no trabalho da estância desenvolvendo desde pequenos o gosto pelas lidas com o gado. “ – Na minha opinião , essa criação também foi uma forma que encontrei de manter os filhos dentro da propriedade“.
Já na década de 90, com animais próprios, a criadora começa a participar do Circuito Nacional de criação de pôneis, a partir de um congresso em Sorocaba, São Paulo, em 1991: “ Lá acabei conhecendo muitas pessoas e acabei me apaixonando ainda mais pela raça e pelos cavalos. Na minha história pessoal, na infância, por exemplo, sempre nas minhas brincadeiras de criança, era em cima de um cavalo”, conta.
Já no ano 2000, a criadora resolveu se desligar da raça brasileira de pônei e investir em uma criação própria de animais Mini Horse. “Ele é um cavalo mais pet, mais delicado e voltado ao gosto de agradar visualmente. Animais mais elegantes, onde fomos buscar matrizes nos Estados Unidos de cavalos mais arabescos que são animais estruturados. Isso deu muito certo porque temos que acompanhar o mercado. Hoje vendemos muito bem para o centro do país por conta de um retorno financeiro maior. Nosso maior comprador é o estado de São Paulo, mas temos cavalos espalhados em diversos estados brasileiros” .
Ana Maria, diz que é importante o produtor identificar as potencialidades da propriedade para produzir com qualidade: “O que nós temos de diferenciado, aqui em Livramento, é o nosso solo que é muito bom. Pasto de qualidade. Então temos um sócio em São Paulo, em Avaré, e lá eles não têm pasto para a criação, é toda no cocho. Essa parceria vem desde o começo da nossa criação e dura até hoje. Através dela, nós iniciamos um leilão para venda de animais que está na sua 14ª edição que será realizado no dia 25 de março.
Ana Maria diz ainda que a paixão pelos cavalos criados em Livramento e comercializados com outros estados gerou diversos campeões nacionais demonstrando todo o potencial que nós temos para produzir bons cavalos, sejam eles para o trabalho, esporte ou lazer.

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