qui, 3 de abril de 2025

Variedades Digital | 29 e 30.03.25

Exportação de gado vivo é uma ótima opção para pecuaristas

Outubro registra a maior movimentação do ano nas exportações de gado vivo

A movimentação de gado em pé do Rio Grande do Sul com destino aos países árabes teve no mês de outubro seu melhor período. Conforme dados da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), em outubro foram embarcados 38,5 mil animais no Porto de Rio Grande. Foram 31.541 animais saindo de Capão do Leão para o embarque em três navios com destino à Turquia e outros, cerca de 7 mil animais, para o porto de Aqaba, na Jordânia, depois de um período de quarentena em Pelotas.
De janeiro até outubro deste ano, o total exportado foi de 123.092 animais. Em 10 meses, já se está próximo da média histórica de 1% do rebanho gaúcho, que é de 12,7 milhões de cabeças. Só no ano passado, até outubro, foram exportadas 118.069 cabeças de gado vivo. Em 2017, nos 12 meses, foram 85.678 cabeças.
Para o pecuarista e corretor rural João Batista Ocaña, que trabalha neste mercado há 4 anos, esta é uma ótima oportunidade de negócios para os produtores, pois a procura por animais europeus tem se intensificado a cada dia, e pelo menos até agora, mais 4 contratos já foram fechados com empresas do ramo. “Esse é um grande negócio neste momento, porque a exportação de gado em pé valorizou bastante a venda de terneiros que tem tido uma oferta expressiva para a exportação. Para se ter uma ideia, a partir do próximo dia 15 de novembro nós já estamos autorizados pela empresa, que é parceira do nosso escritório, a voltar às compras novamente” disse.
Os animais que são vendidos para a exportação, saem do seu destino de origem e são levados para os campos de quarentena e, posteriormente, embarcados nos navios. E a necessidade do mercado é pelo gado europeu. “A exigência do mercado são terneiros europeus inteiros das raças britânicas e das duas sintéticas, Angus e Brangus, Hereford e Braford, além do gado Charolês. Este último, por exemplo, tem tido uma preferência nesses países, pois é uma carne que apresenta pouca gordura. Todos esses animais que estão indo têm um baixo teor de gordura e são animais precoces. O gado precisa ter a idade de zero a doze meses e pesar 170 kg no máximo, mochos e padronizados. Então, a nossa dica aos produtores é essa para quem quer entrar neste mercado” disse.

Matias Moura
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