qui, 3 de abril de 2025

Variedades Digital | 29 e 30.03.25

Greve dos servidores do Judiciário Estadual ultrapassa um mês

Paralisação já passou dos 30 dias e continua sem previsão de encerramento

João Victor Montoli
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Na última quarta-feira, (23), a greve dos servidores do Judiciário Estadual completou um mês. A data foi marcada por uma grande mobilização que, conforme o Sindjus/RS, que representa a categoria, reuniu cerca de mil servidores em frente ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul; depois, a categoria seguiu em caminhada até a Assembleia Legislativa.
A ameaça de extinção de cerca de 5 mil cargos de oficial escrevente (projeto de lei 93/2017), que hoje representam aproximadamente 60% da mão de obra do Poder Judiciário, é uma das principais causas do movimento paredista. Conforme o Sindjus/RS, mais de 3.500 servidores ficarão sem possibilidade de progressão na carreira, caso seja aprovada a extinção. A luta dos trabalhadores do Judiciário Estadual conseguiu, até agora impedir, a votação do PL 93/2017 na Assembleia Legislativa, mas na próxima semana o tema deve voltar a ser pauta da reunião de líderes.
Organizados em caravanas, servidores de todo o RS foram a Porto Alegre para acompanhar a tramitação dos projetos de interesse da categoria. Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o projeto de lei 218/2017, sobre a recomposição parcial das perdas inflacionárias dos servidores, teve o parecer favorável do deputado Luiz Fernando Mainardi (PT) mas rejeitado pela maioria de votos. O PL foi redistribuído e terá como relator o deputado Elton Weber (PSB) para elaborar novo parecer. “O resultado já era esperado, uma vez que a composição da Comissão tem, em sua maioria, parlamentares da base aliada do governo, que é contrário à reposição salarial dos trabalhadores. Outro fator que contribuiu para esse resultado foi o andamento no STF das ADIs dos governos emedebistas questionando as reposições anteriores. Agora vamos nos reunir com o relator para trabalhar pela construção de um novo parecer favorável”, avaliou o coordenador geral do Sindjus, Fabiano Zalazar.
Rafaella Menezes, porta-voz da ação em Sant’Ana do Livramento, esclareceu que a categoria não reivindica nenhum privilégio: “Apenas queremos justiça”. Fazemos nossa parte para prestar à sociedade um serviço de qualidade e garantimos ao tribunal, pela 11ª vez, o reconhecimento nacional. A contrapartida que exigimos é o respeito e dignidade”, conta.
Na assembleia geral, os trabalhadores reunidos deliberaram pela continuidade da greve e aprovaram a chamada extra, um desconto adicional da contribuição sindical sobre o 13º salário. Apesar de sustentar que está aberta ao diálogo, a presidência do Tribunal de Justiça recusou-se a receber representantes sindicais justamente nos dias que antecederam a data de fechamento do ponto dos servidores. A direção sindical denuncia a intransigência do presidente do Tribunal em relação ao movimento paredista. “O corte de ponto é uma realidade na maioria dos movimentos paredistas, mas sempre busca-se uma conciliação sobre o tema. O Tribunal precisa negociar com a categoria uma solução razoável, uma vez que os servidores estão apenas exercendo seu direito constitucional de manifestação”, pontuou o diretor jurídico do sindicato, Osvaldir Rodrigues.

Allanamiento e incautación de droga en Rivera

En la jornada de este miércoles 2 de abril tras un trabajo de inteligencia policial llevado adelante por parte de la Dirección de Investigaciones de la Jefatura de Policía de Rivera con apoyo de la Dirección de Investigaciones de la Policía Nacional (DIPN) Regional Norte y el Grupos de Reserva Táctica (GRT), en el constate combate al micro tráfico de

Deputado Afonso Hamm apresenta projeto para garantir o funcionamento das Usina Termelétrica de Candiota e Transição Energética Justa

Um novo projeto de lei (PL) 1371/2015, de autoria do deputado federal Afonso Hamm, foi apresentado nesta semana na Câmara dos Deputados. A proposta altera a Lei nº 10.848/2004, visando assegurar a Transição Energética Justa e a sobrevivência socioeconômica das regiões carboníferas do Sul do Brasil, além de fortalecer a segurança energética do setor elétrico brasileiro (SEB). O PL 1371/1025