qui, 3 de abril de 2025

Variedades Digital | 29 e 30.03.25

Audiência Pública na capital vai apresentar demandas do setor arrozeiro gaúcho

DCIM100MEDIADJI_0068.JPG

Nesta quarta-feira, 8 de agosto, às 9h30min, o auditório Dante Barone, da Assembleia Legislativa gaúcha, será palco da audiência pública que vai debater a situação do setor arrozeiro no Estado. Abrigado pela Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo da casa e promovido pela Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), o evento, intitulado “Fortalezas e fraquezas da produção de arroz no Rio Grande do Sul. Conceituação, responsabilidades e propostas”, trará os problemas que a lavoura arrozeira vem enfrentando e apresentará aos postulantes ao governo do Estado e ao legislativo gaúcho propostas para garantia de emprego e renda no campo.

Os arrozeiros vão apresentar três temas prioritários para discussão. O primeiro deles é a reestruturação do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), que vem perdendo recursos e pesquisadores por causa da falta de investimentos. Além disso, estarão na pauta a manutenção do ICMS sobre o arroz em casca, que o governo estadual não vem atendendo ao pedido das entidades arrozeiras em reduzir o imposto e dar competitividade aos produtores, e os investimentos no Porto de Rio Grande, que não vêm recebendo a devida atenção e prejudicando os exportadores do grão.

Conforme o presidente da Federarroz, Henrique Dornelles, o desmantelamento do Irga compromete o futuro do setor arrozeiro, já que a autarquia vem sendo responsável por pesquisas que auxiliam na ampliação da produtividade no Estado, que é a segunda maior do mundo em mais de um milhão de hectares. “O saldo do Irga de pesquisadores do início do governo para agora é muito negativo. Há uma falta de visão empreendedora e moderna, quer seja no marketing doméstico interno, quer seja no marketing internacional. Também perdemos em relação a tecnologia e inteligência na área alimentar na questão de incentivo aos derivados de arroz”, observa.

Sobre o Porto de Rio Grande, Dornelles salienta que o local atualmente é voltado ao escoamento de soja e derivados de madeira, sendo o arroz relegado para segundo plano. O dirigente ressalta que a exportação auxilia na composição dos preços internos. “O nosso Porto não está adequado à grandeza da agricultura do Rio Grande do Sul. Os terminais privados possuem uma dedicação ao que tem maior volume, como a soja. O único terminal público, da Cesa, que é capaz de suprir esta deficiência, ficou inoperante, especialmente no último governo. Em algumas situações chegou a ter tarifas de embarque superiores aos terminais privados, mesmo sendo menos qualificados”, acrescenta.

Em relação ao ICMS, o presidente da Federarroz lembra que já foram realizados pedidos de redução de 12% e 7% para 7% e 4% para escoamento do produto como forma a sustentar melhores cotações aos produtores. Entretanto, o pedido foi desconsiderado pelo governo gaúcho. “Estamos amargando questões em relação ao ICMS do arroz em casca, à medida que a capacidade instalada das indústrias gaúchas não é capaz de absorver toda a produção e uma parcela importante vai para outros Estados brasileiros. Com o ICMS elevado, o próprio governo gaúcho produz uma barreira fiscal que privilegia o setor industrial e contribui para o aprofundamento da crise no setor produtivo”, destaca.

Dornelles lembra que o setor arrozeiro sempre foi extremamente colaborativo com o executivo, especialmente com o atual governo do Rio Grande do Sul, na medida em que fez a defesa de pautas importantes como a ampliação da Nota Fiscal Eletrônica no setor. “Sempre fomos solidários com o atual governo, mas esta solidariedade não tem sido correspondida. O que deveria servir de exemplo ao Estado, com instituições que mantém suas verbas próprias, acaba o trabalho indo pelo ralo e sujeito a futuros riscos de extinções como o caso do Irga, que se seguir nessa linha, terá o mesmo destino de outras autarquias”, conclui.

URGENTE: Operación URUTAU realiza allanamientos, incauta animales, armas y detiene a personas con “vinculación” a “Conexión Ganadera”

“Conexión Ganadera”, el esquema que tiene en velo el circuito ganadero del Uruguay, en esta oportunidad no fue diferente en el departamento de Rivera. En esta oportunidad tras un trabajo de inteligencia policial se activó la faz operativa de la denominada Operación “URUTAU”, resultado de un trabajo llevado a cabo por personal de la Dirección de Investigaciones de la Policía

Resumo de quinta-feira – 03/04/2025

Edição de Chico Bruno   Manchetes dos jornais CORREIO BRAZILIENSE – Trump taxa em 10% produtos brasileiros FOLHA DE S. PAULO – Trump tributa Brasil em 10% e acirra guerra comercial com China e Europa O GLOBO – Tarifaço de Trump redesenha ordem do comércio global e taxa Brasil em 10% Valor Econômico – Trump anuncia taxa de 10% para