Quem gosta de ler não morre só (Ariano Suassuna)

O autor dedica o livro a todos os professores de história do Brasil. O livro exemplifica como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil, um país que tinha tudo para dar errado. Quem observasse o Brasil em 1822 teria razões para duvidar de sua viabilidade como nação independente e soberana. De cada três brasileiros, dois eram escravos, negros forros, mulatos, índios ou mestiços. Era uma população pobre e carente de tudo, que vivia à margem de qualquer oportunidade em uma economia agrária e rudimentar, dominada pelo latifúndio e pelo tráfico negreiro. O medo de uma rebelião tirava o sono da minoria branca. O analfabetismo era geral. De cada dez pessoas, só uma sabia ler e escrever. Os ricos eram poucos e com raras exceções, ignorantes. O isolamento e as rivalidades entre as diversas províncias prenunciavam uma guerra civil, que poderia resultar na fragmentação territorial. O novo país nascia falido. Faltavam dinheiro, soldados, navios, armas ou munição para sustentar uma guerra. As perspectivas de fracasso, portanto, pareciam bem maiores do que as de sucesso. E, no entanto, deu certo... Nesta obra, o escritor Laurentino Gomes, mostra como o Brasil deu certo em 1822, através de uma notável combinação de sorte, improviso, acasos e sabedoria das lideranças responsáveis pela condução dos destinos do novo país, naquele momento de grandes sonhos e muitos perigos.
A dica de leitura desta terça-feira ressalta a importância do conhecimento e resgate da história nacional.

Dica de Leitura: 1822

Autor: Laurentino Gomes

Gênero:
Literatura Brasileira
História

Ano: 2010

Por: Fábio Lopes - 04/11/2014 às 10:18

 

Deixe seu comentário

Outras Notícias

+ Notícias