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coluna Elis

Quem não ouviu falar no jargão: “Joga a pedra na Geni”

"Geni e o Zepelim" é uma canção brasileira, composta e cantada por Chico Buarque. A canção fez parte do musical Ópera do Malandro, do mesmo autor, lançado em 1978, do álbum, de 1979, e do filme, de 1986, todos com o mesmo nome.
Pois bem...vamos aos fatos.
Em livramento, a população vê o caso Vaucher se repetir...
Em 2016 a empresa de transporte coletivo foi alvo de um decreto municipal rompendo relações com o governo. Na época, os argumentos de uma frota quebrada foram usados para tal medida.
A empresa recorreu e ganhou na Justiça o direito de continuar fazendo as linhas Armour, KM5, Povinho e São Paulo
Agora, com o governo Ico, a história se repete, pelo menos é o que se vê, só que com detalhes a mais.
Após uma audiência pública e processo administrativo, a empresa foi alvo de decreto semelhante e teria trinta dias para deixar a execução das rotas. Perceba que uma nova empresa já estava pronta para assumir as linhas quando, na Justiça, em segunda Instância, a Vaucher conseguiu mais uma vez o direito de continuar operando as linhas.
(Rodam e linhas e Uruguaiana)
Para o Tribunal, o Decreto não respeitou um processo administrativo que atendesse aos princípios da legalidade, do contraditório e da ampla defesa.
O caso desperta a curiosidade, afinal, quem está contando a verdade? Quem tem razão nesta história?
Uma coisa curiosa, é que o município fala em frota desatualizada e precária, mas os ônibus têm passado ilesos pela fiscalização e eu pergunto: Será que encontramos a nossa “Geni” santanense?
Só falta descobrir em quem a pedra está acertando, se na Vaucher, na prefeitura ou na população, já que na Ópera do Malandro, pra o desespero, o brasileiro dá seu jeito.

Por: Administrador - 07/02/2018 às 0:00

 

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