Editorial

Panela de pressão

A manhã para o Jornal da Manhã foi intensa. Logo após o horário estendido parece que a audiência ainda não tem limites para crescer ainda mais, contudo, a inveja e o olho gordo de alguns revelam o incômodo gerado a partir de um trabalho bem feito. A pressão nos corredores na Casa do Povo dirigida a um repórter da RCC tentou ferir e atingir a liberdade de imprensa e o trabalho bem feito regido pela coerência. Não funcionou. Aquilo que é feito com seriedade e imparcialidade jamais será manchado pelo “grito” daqueles que não encontram forças em seus argumentos.
A Casa do Povo e seus eleitos existe para que seja prestado um serviço de excelência para a comunidade e não para servir como palco e barganha de brigas pessoais, ranços, picuinhas e autopromoção dos seus eleitos.
A Casa do Povo deve ser usada para o bem do povo e não como palco de popularidade e aproveitamento da imunidade como “desculpa” para dizer o que se pensa sem consultar fontes e versões. “Dizer o que quiser” nas Tribunas não é “Imunidade”, mas covardia e medo de enfrentar argumentos sólidos, no mínimo, falta de “humanidade”. Apelar para “pressão e gritos de corredor” é reviver tempos de colégio onde o ‘bullying’ era comum. Hoje, o Colégio passou, a ditadura também e muito além da liberdade de imprensa se vive a cordialidade, a diplomacia e respeito. Pressão? Aqui não, violão!

Por: - 19/10/2017 às 10:20

 

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