PUBLICIDADE

Polícia

Um caso de polícia

Jovem causa confusão em transporte coletivo ao negar ceder assento para gestante

Um caso curioso acabou tento a intervenção da Brigada Militar na tarde dessa terça-feira (12). Um rapaz que usava o transporte coletivo no centro da cidade se negou a ceder o lugar preferencial  onde estava sentado para uma gestante. Acontece que o jovem estava ocupando uma vaga preferencial e uma mulher grávida (que teria, por Lei, direito ao lugar) subiu no Coletivo. O motorista pediu para que o jovem cedesse o assento para a gestante e foi quando a confusão começou. O jovem, enfurecido, se negou a sair do banco e disse que tinha o direito de viajar sentado já que também tinha feito o pagamento da passagem.
Segundo relato do policial, o jovem começou a chutar cadeiras do ônibus, chutar as portas e se mostrou agressivo, foi quando a Brigada Militar foi acionada para atender a ocorrência. O jovem foi detido por policiais que conversaram com ele e o motorista. Após relato da ocorrência o jovem foi liberado pelos policiais. O caso que aconteceu bem em frente ao Parque Internacional chamou a atenção da população que pensou tratar-se até de um assalto, fato que foi logo descartado pela Brigada Militar. Ninguém ficou ferido com o acontecido e a confusão pareceu ser fruto de muito estresse do jovem que usava o transporte coletivo na tarde de ontem.

Tenho direito assento especial?

Na hora de embarcarmos em ônibus, trens e metrôs sempre nos deparamos com assentos especiais. É importante respeitar os espaços reservados e também ceder para quem tem mais necessidade. Essa delimitação é resultado da Lei Federal nº 10.048/2000. Em seu artigo 3º, consta que as empresas públicas de transporte e as concessionárias de transporte coletivo reservarão assentos preferenciais, devidamente identificados, aos idosos, gestantes, lactantes, pessoas com deficiência e pessoas acompanhadas por crianças de colo.
Quanto à quantidade de assentos por transporte público, ele varia entre os municípios, mas a Lei Federal nº 10.741/2003, em seu artigo 39, §2º, dispõe que pelo menos 10% sejam destinados preferencialmente a eles, com placa identificando devidamente tais assentos. Vale lembrar que, apesar de serem preferenciais, toda a população pode utilizar estes assentos, desde que concedam os lugares para as pessoas que têm prioridade assim que estas embarquem no transporte.

Por: Elis Regina - elisregina@jornalaplateia.com - 13/09/2017 às 11:12

 

Deixe seu comentário