Reino animal

Estudos detectam como os cães veem seus humanos

Na maior parte das famílias brasileiras, os cães são os animais de estimação mais queridos e cuidados como parte da família. Eles são divertidos, fiéis e estão a todo momento buscando atenção e mordendo qualquer coisa e mesmo assim é uma confirmação de que ele te ama. Pesquisadores revelam em estudos como os cães realmente veem seus donos. Será que eles nos veem com tanto carinho assim? Pesquisas científicas têm a resposta.

OS ESTUDOS CONFIRMAM: O OLFATO É O SENTIDO DO AMOR!

A Emory University, nos Estados Unidos, realizou estudos com ressonância magnética no cérebro de alguns cachorros e constatou que não só amam seus donos, como os percebem como sua família. O olfato é o sentido mais significativo do cão e foi um dos recursos para mensurar esse diagnóstico imediato no cérebro.
A conclusão: os cachorros podem diferenciar os diversos cheiros e reconhecer seu dono e outros animais familiares. Eles ficam alegres com o cheiro do dono mesmo quando ele não está presente e a setor no cérebro ligado à recompensa “acende“.
Mais uma pesquisa da Universidade Eotvos Lorand de Budapeste, desvendou como o cérebro dos pets reagiu a sons de diferentes humanos e animais, como vozes, grunhidos e suspiros. Barulhos animados, em especial, ocasionam iluminação da área do córtex nas duas espécies e é esta sem dúvida a comunicação comum entre humanos e seus cachorros. Não é a toa que os bichinhos percebem as nossas alterações de humor facilmente!
O estudo também comprovou que a interação dos cães com os seres humanos é a mesma que de bebês com seus pais. Da mesma maneira que crianças, quando assustadas, eles disparam para os seus donos a procura de proteção. Diferente de outros bichos como gatos e cavalos.
E veja que impressionante: buscar os olhos do dono e olhá-lo sem desvio é uma atitude dos cães apenas com os humanos, o que não ocorre com seus pais biológicos caninos.
E com a gente também não é muito diferente. O Hospital Geral de Massachusetts divulgou uma pesquisa que verificou a ação cerebral das pessoas em resposta a imagens de cães e crianças. As participadoras foram mulheres que tinham bichinhos e bebês de no mínimo dois anos. As regiões do cérebro que responderam foram as relativas à emoção, recompensa, interação social, afiliação e processamento visual. Ou seja, as duas fotos causaram felicidade nas pessoas.
 

Por: Fonte: mic.com, awebic. - 31/08/2017 às 9:32

 

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