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Vereadores repercutem nota publicada pelo Grupo A Plateia

Parlamentares falaram de como se sentiram, após inverdades e informações corrompidas tornadas públicas que envolvem a empresa

Quem abriu o jornal A Plateia dessa quinta-feira (10) encontrou a nota aos leitores e à comunidade santanense assinada pela direção do Grupo A Plateia, que esclarece publicamente as inverdades e informações corrompidas tornadas públicas, segundo a nota, “no afã desesperado de aprovar um projeto de lei justificado por uma economia relativa para os Cofres Públicos”.
Na nota o jornal A Plateia demonstra que os valores recebidos pela JK Empresa Jornalística Ltda, editora dos veículos impressos do Grupo A Plateia, no ano de 2016  não chegam perto dos R$500 mil alegados pelo autor da proposta.
A Reportagem da editoria de Política esteve na manhã de ontem (10) na Câmara e conversou com os vereadores que estavam presentes no Poder Legislativo. Na oportunidade ouviram-se os parlamentares sobre a nota republicada na página 2 de hoje.  A Reportagem conversou também com alguns vereadores que estão em agendas na cidade e fora dela. Suas opiniões  você confere a seguir:

“Parabenizo o Grupo A Plateia pela Nota que defende a imagem, o respeito e a história do Grupo. Realmente o meu par esqueceu que existem outros 16 vereadores na Câmara e que precisa haver respeito com a história, opinião e mandato de cada um deles” - Marco Monteiro (REDE).

“Eu sempre tenho cautela com os projetos que entram na Câmara. Como vereador, aumenta a nossa responsabilidade.  Eu sempre tive no meu mandato muito cuidado com as coisas que eu trato. Por isso, no início do projeto eu pedi muita cautela para que pudéssemos analisar. Eu tinha consciência que esse projeto poderia gerar demissões de trabalhadores. Eu, como advogado trabalhista quero preservar os empregos e o que nós temos em nossa cidade. Ali (na Câmara) nós não somos levados a cabestro por nenhum de nossos colegas. Hoje, vendo A Plateia, era isso que eu temia, não votando com o fato verdadeiro” - Aquiles Pires(PT).

“O diário eletrônico, ele não é excludente de nada, ele se soma a uma forma de ferramenta, onde queremos a transparência das informações. Não de uma maneira, como o nosso caso, que tivemos um xis na cara nas redes sociais. Não de maneira esdrúxula e baixa. Mas de uma maneira clara e séria de fazer política. Nada como um dia após o outro e a verdade vindo à tona. E eu acho que assim se deve fazer política: com transparência e informação correta e não a desinformação.  Aplausos para a empresa que trouxe a verdade que é o que queremos e primamos” - Carlos Nilo (PP).

“No momento que foi colocado os valores foi em R$160 mil, o segundo em R$546 mil. Isso tudo não foi pressão porque eu fui até o prefeito para saber a realidade e eles me explicaram que isso era um valor para o ano inteiro. Quando votei o anteprojeto na Câmara  eu sabia que o valor  não era todo aquele montante que o proponente estava apresentando. Me sinto tranquilo, até porque é uma briga particular” - Romário Paz (PMDB).

“O Jornal A plateia tem todo o seu direito de prestar a informação verdadeira. Esse assunto polêmico, que houve sensacionalismo e exibicionismo, onde foi exaltado e elencado o valor de aproximadamente R$500 mil. Todo agente público que tem o mínimo de conhecimento, sabe que existe dotações, neste caso publicitária. Os R$500 mil não significa que tenha que ter a utilização da mesma, no caso cerca de R$150 mil. Fui enganado e usado. Estou no meu segundo mandato e é a primeira vez que os representantes da população foram manipulados de forma enganadora  ” - Maurício Galo del Fabro (PSDB).

“Mesmo não concordando com ele, eu respeito. Até porque o meu colega está envolvendo a Câmara em uma questão que é de competência exclusiva do Executivo, que tem que saber se é melhor fazer a contratação do jornal ou pela internet.  Acho que ele estava totalmente equivocado (nos valores), até porque é o Executivo que sabe da situação financeira do Município. E é bom deixar claro que a minha posição de quando era um projeto é de que eu era contra. Essa questão não precisava ter todo esse desdobramento porque, repito, é responsabilidade do Executivo” -  Germano Camacho (PTB).

“No princípio eu disse que, no calor da emoção, um assunto de tal importância não poderíamos tratá-lo de qualquer forma. Fomos inicialmente contra o projeto de lei e assim mantemos a nossa posição. Obviamente informações nos faltaram quanto à condição real do contrato do Executivo e o Jornal A Plateia. Nós tínhamos posição e mantemos voltados à geração de emprego e renda locais e fortalecimento da nossa economia. Estamos seguros e certos que esse anteprojeto foi votado na emoção,  perdendo a razão. Não podemos tratar este assunto dessa maneira ” - Leandro Ferreira (PT).

 

Por: Rodrigo Evaldt - rodrigo@jornalaplateia.com - 11/08/2017 às 9:30

 

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