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EDITORIAL

Vamos olhar para o nosso interior

O ano de 2016 está quase no fim. Foram 365 dias de luta, difíceis e que desafiaram o povo brasileiro e o santanense. Nesta fase e últimos dias, não se poderia olvidar os desafios e desafetos, mas ao mesmo tempo, fica uma mensagem importante e reflexiva para 2017. Esta não é uma mensagem comum de se enviar por whatsApp ou algo assim, este é um último desafio para a última sexta-feira do ano e que pede de cada ser vivo uma análise interior e põe em balanças os nossos próprios corações. A última mensagem ritmada vem da compositora Flaira Ferro e sua canção já tem percorrido o mundo inteiro em pregações, palestras, centros espirituais e retiros. Agora, ela chega para o leitor de A Plateia:

Sou a maldade em crise
Tendo que reconhecer
As fraquezas de um lado
Que nem todo mundo vê
Fiz em mim uma faxina e
Encontrei no meu umbigo
O meu próprio inimigo
Que adoece na rotina
Eu quero me curar de mim
Quero me curar de mim
Quero me curar de mim
O ser humano é esquisito
Armadilha de si mesmo
Fala de amor bonito
E aponta o erro alheio
Vim ao mundo em um só corpo
Esse de um metro e sessenta
Devo a ele estar atenta
Não posso mudar o outro
Vou pequena e pianinho
Fazer minhas orações
Eu me rendo da vaidade
Que destrói as relações
Pra me encher do que importa
Preciso me esvaziar
Minhas feras encarar
Me reconhecer hipócrita
Sou má, sou mentirosa
Vaidosa e invejosa
Sou mesquinha, grão de areia
Boba e preconceituosa
Sou carente, amostrada
Dou sorrisos, sou corrupta
Malandra, fofoqueira
Moralista, interesseira
E dói, dói, dói me expor assim
Dói, dói, dói, despir-se assim
Mas se eu não tiver coragem
Pra enfrentar os meus defeitos
De que forma, de que jeito
Eu vou me curar de mim?
Se é que essa cura há de existir
Não sei. Só sei que a busco em mim
Só sei que a busco

 

Por: - 30/12/2016 às 11:26

 

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